sexta-feira, abril 04, 2008

Viva ao linux + instalação do skype

Sempre Viva o linux!

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

EM FIM UMA NOVA POSTAGEM (direto do Campus Party Brasil)

Ta bom depois de um tempo sem escrever neste blog. É hora de retomar os trabalhos. Depois de estar no Campus-Party Brasil.
Posso dizer sem medo: ainda esta sendo uma esperiência unica. Disponibilizo uma e-mail que esta rolando na lista de discussão da qual faço parte. Que trata de algumas regras (descabidas) no Evento:


Bruno S Gonsalves escreveu:

Fiquei com um pouco de medo. Estava indo em direção ao banheiro quando derepente um jovem gritava na bancada de games (com um cartaz na mão): bo jogar uma partida de CS aê!!!! (no cartaz tinha a mesma solicitação). Me recodo que ao ler o "Manual do Campus Party" C.S, que na verdade é
Counter-Strike , estava garantido. Pois no Brasil este game foi proibido. Depois de me lembrar disto pensei em todas as regras inuteis, todas as coisas que realmente preucupa, em tudo (e mais um pouco) (inclusive das proibições aki do Campus). E fiquei com medo. Pois do jeito q as coisas vão pensei q a policia (muito presente no local + muitos seguranças) iram aparecer e reprimir a jogatina. Ufa!!! que bom que não aconteceu.

Me recordo de outras discussões sobre jogos violentos e suas influências, me recordo também que estas decissões estam sendo tomadas sem (ou com pouca consulta) de educadores.

Mesmo assim se me interrogarem eu vou dizer que eu não sei de nada, de nada mesmo. Eu juro.

Fui!!!!

Doriedson Almeida escreveu:
É! de fato, a galera se fartou na pipoca no primiro dia, eu inclusive. Creio que foi uma estratégia de marketing interessante da CCE
O povo da yahoo notícias nao prestou atenção ou esqueceu de falar que os micro-ondas eram da CCE e no andar de baixo a sua divisao de notebooks mostravam as maquininhas branquinhas. .. parecia ateh mac...

Quanto as regras, concordo com o professor Edvaldo, isso aqui tah parecendo o Sacre Coer de Marry (é assim mesmo que se escreve...) e tá difícil rolar uma contravençãozinha. ... tem que ser muito criativo.... é cueca, geek e segurana pra tudo enquanto é lado.... Mas amanhã pelo menos um shopinho e dois pastel eu descolo... eheh...

abs

Dori

Em 14/02/08, rejanematos@ yahoo.com. br Matos <rejanematos571@ yahoo.com. br> escreveu:
A Campus Party cheira à pipoca
(Yahoo! Notícias) Ter, 12 Fev - 16h43
Por Redação Yahoo! Notícias

A Campus Party começou com força total nesta terça-feira. Afinal, o evento começou oficialmente, na segunda, só às 23h, com a recepção do robozinho Quasi, seguido de cerimônia com Gilberto Gil e o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
Uma das atrações programadas para o dia foi uma palestra sobre case modding com Lair Moreira. Modding é como o tunning daqueles carros do filme "Velozes e Furiosos" só que para computadores, celulares e videogames. Com a técnica, é possível criar máquinas personalizadas e exclusivas.
A tarde também promete na área de Software livre. Uma palesta, às 18h desta terça, deve abordar o resultado do laptop de Nicholas Negroponte para o OLPC nas escolas. Além disso, será tratado também como os particpantes podem tornar um sistema mais seguro.
A Campus Party não poderia esquecer os gamers. Para eles, há torneios, todos os dias às 13h, de Need For Speed Pro Street, Warcraft III, Call of Duty, Day od Defeat, entre outros.
O maior evento de internet e tecnologia da América Latina, tinha um cheiro bem específico na sua primeira noite: pipoca de microondas. A organização do evento preparou alguns aparelhos para os participantes estourarem a guloseima. Além disso, cada "campuseiro" ganhou um pacote de pipoca como recepção de boas vindas.
Na próxima a gente vai !

terça-feira, dezembro 05, 2006

Universidade Federal da Bahia
Faculdade de Educação

Imagem, Televisão, e o Poder Decisório: implicações.

Por Bruno Santos Gonsalves
Estudante do Curso de Pedagogia da

Apesar de ser curioso, muitas pessoas não se questionam a respeito do que realmente gostariam de assistir na TV. Seria uma falácia dizer que a Televisão se mostra cada vez mais democrática, em todos os sentidos e aspectos? Apesar da opinião pública se mostrar negativa a respeito da programação, e ser quase um consenso sobre a baixa qualidade da programação, constitui-se um comportamento “normal” continuar aceitando tal programação e justifica-lo através de uma imagem de “ser normal”. Indo pouco além, pode-se ver o grau de insatisfação do telespectador, que está num aparente silêncio - mudo perante a grandiosidade televisiva. E de repente, no meio de um programa preferido, chega outro telespectador e lhe pergunta algo tirando sua atenção magnificada e paralisada diante do vislumbre da programação! Imagine a reação?

Pois bem, é sobre este poder que a TV tem de nos calar que irei dissertar. Como a TV sozinha consegue levar o telespectador ao outro mundo? Como este meio de comunicação consegue nos controlar, nos cegar, desviar nossa atenção para o supérfluo? A proposta central deste texto é justamente discutir os níveis de decisão em que a população brasileira não esta envolvida. Nível de decisão, este, que muda o sistema de teledifusão sem a consulta do povo brasileiro. Este texto aborda também sobre a proposta de uma nova programação para os telespectadores. É a promessa da interatividade na TV Brasileira com a implantação do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T).

Vários estudos comprovam a existência da influência das imagens em nosso cotidiano. Até Freud (1963) estuda o pensamento visual (SODRÉ, 1990 apud FREUD, 1963) onde ele explica que este tipo de pensamento é mais antigo que o pensamento verbal. Com o passar do tempo, estudiosos pesquisaram a respeito da importância do sentido visual no ocidente, como por exemplo, McLuhan (SODRÉ, 1990 apud MCLUHAN, 1963). O fato marcante da história é que, apesar do advento da imprensa, nós seres humanos utilizamos a visão para poder absorver as mensagens que estão nos impressos. Outro ponto, ainda a respeito do pensamento visual, é que primeiro houve a criação da escrita, depois o homem consegue se comunicar a longas distâncias através das ondas sonoras. Surge a televisão, deu-se o nascimento do computador e posteriormente a Internet. Exceto no uso do rádio, nós utilizamos a visão como canal receptor de informações. A partir do desenvolvimento do sistema capitalista, foi criada a padronização das coisas. É a padronização moral, intelectual e sentimental que estão no centro das ações. A partir disto surge à ordem da televisão e com isto reformula-se o antigo modelo clássico de sociedade. Segundo Sodré (1990) este sistema tem inicio muito antes de se estabelecer à técnica eletrônica definida como televisão: sua base psicossocial se estabelece com o fortalecimento do domino visual e dos processos mecânicos de reprodução, paralelo às novas formas de urbanização. (SODRÉ, p.25). Ainda segundo o autor citado, a TV acabou incorporando técnicas de reprodução que foram desenvolvidas pela modernidade e que influenciam a organização da vida social. Uma outra função que a “tela” apresenta é a facilidade de inculcar, nos telespectadores, as opiniões, preconceitos, convicções que formatam a mentalidade popular e por fim é transformada em costumes permanentes, costumes estes que influenciam o funcionamento das instituições políticas. (COMPARATO, 1991, P.303). Por tanto se faz necessário refletir sobre o verdadeiro papel da TV em nossas vidas. Na verdade “são necessárias reflexões” no que diz respeito a tomada de decisões, pois como é visível na obra A maquina de Narciso (1990) de Muniz Sodré, a sociedade urbana - outrora clássica, em decadência e agora moderna - o poder de decidir fica a cargo de tecnocratas, empresários e das burocracias partidárias, enquanto isso cabe as classes sociais básicas, resultantes da articulação capital/trabalho (SODRÉ, p. 129) o “poder” de acatar o que já foi decidido. As estratégias de persuasão utilizadas pelas imagens limpas e sutis da tela, deixa-nos quietos. O fato de a tevê nos dominar, ou melhor, de decidir o que vamos, comer, beber, assistir e ouvir, deixa-nos estáticos perante a tela. Enquanto ela enculca, ficamos apenas a dizer “amém”. Enquanto ela nos programa com as “programações diárias”, sentamos e esperamos calados. Enquanto o poder burguês decide que tipo de TV eles querem, muitos morrem de fome esperando ajuda.

Dado a explicação sobre o poder que as imagens da tela tem em nos paralisar, enfim trago a discussão sobre o Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T). Moran (1997) nos explica:

Estamos em uma etapa de transição quantitativa e qualitativa das mídias eletrônicas. Estamos passando de uma fase de carência de canais para uma outra de superabundância. Na TV a cabo e por Satélite, podemos aumentar o número de canais pela compressão digital até várias centenas. Mesmo a televisão aberta (VHF) vai poder proximadamente, com a TV Digital, multiplicar por cinco o número de canais ofertados. (MORAN,1997).

O autor explica neste fragmento um dos princípios básicos da TV Digital. E não para por aqui, ainda tem muito mais. É necessário definir um pouco mais sobre o que é este novo sistema de TV brasileira. Em primeiro lugar, o nosso sistema atual de transmissão de imagem e som é analógico, com a implantação do novo sistema a transmissão de imagem e som passará a ser digital. Além de permitir que uma única emissora de TV possua quatro, ou mais canais, com a mesma faixa de freqüência (6 Mhz), este sistema permite a melhor qualidade de áudio e vídeo. O Governo encampa as idéias: de inclusão digital; multiserviços, (TV/INTERNET); governo eletrônico; teleducação; telemedicina; telecomércio1; e ponto que eu vou “implicar” a interatividade do telespectador com o “programação diária”.

De uma forma resumida o advento da TV Digital se dará da seguinte maneira: a) a produção da programação de TV brasileira já em feita no método digital, porém, a transmissão e recepção da Televisão nos lares brasileiros é analógico; b) já com a TV Digital tanto produção, como emissão e recepção será digital, mas, só será possível receber essa transmissão digital se neste lar estiver instalado um Set Top Box2. Este aparelho SE estive equipado como o middleware possibilitará sim, a interatividade. E por que “se”? Existem os tipos de Terminal de acesso, tanto o simples que somente só faz a captura do sinal digital3 ate o mais avançado e possui as funcionalidades dos outros com a adição do middleware. Este último terminal de acesso (Set Top Box) será o mais caro, por possuir todas as funções. Será através dele que a população irá ter acesso aos grandes serviços oferecidos? Questiona-se: onde estar a “interatividade” neste momento? Por que a população até terá acesso a essa tecnologia, porém limitada apenas a receber a “programação diária”, com mais qualidade de áudio e vídeo. E se pensarmos que será o mesmo que aconteceu com o aparelho de DVD? Por que “quase” todo mundo tem um aparelho de DVD. Só que mais uma vez esquecemos de refletir sobre quem decidiu que deviamos mudar. No mesmo caso a TV Digital. Quem decidiu? Segundo o site da TELECO:

Para definir o Sistema Brasileiro de TV Digital, conforme Decreto nº 4901 de 26/11/03 o Governo Brasileiro Instituiu os seguintes comitês: Comitê de Desenvolvimento, com a participação de representantes dos vários ministérios e da Anatel; Comitê Consultivo, com a participação de entidades representativas; Grupo Gestor, com o apoio técnico administrativo da Finep e do CPqD. (TELECO, 2005).

E o povo, fica onde nesta história? Seria o povo representado por “entidades representativas”, ou pelo “Governo”. Tenho uma duvida com relação a “tal democracia” difundida neste pais. Seria isto um ato democrático? Enquanto uma boa parte da população brasileira morre da fome, não tem teto, saúde, outros decidem. O grupo que “abaixa a cabeça” continua na sua mesma rotina: abaixar a cabeça, sem questionar. Seria simplesmente a mudança de estratégia? Ou melhor, seria a “reformulação” do antigo modelo de sociedade baseado na mecanização e padronização das formas e modos de viver e pensar? Cabe a todos o momento de reflexão, mas, não só reflexão e também a ação.

Enfim, enfim, a conclusão:

Acredito que modelo político de um pais que se diz democrático advém da consulta e a participação do povo sobre algo que atinge diretamente a população. Apesar do meu discurso aparentar ser “anti-televisão”, também sou telespectador e tenho que admitir que apesar de exitir a manipulação da mente do povo através da TV, esta serve para educar o povo, dar acesso a informações sobre a sociedade e outras coisas mais. Meu questionamento está em como a telinha pode nós manipular ao ponto de ficarmos “bobos”, estáticos. Já com relação a TV Digital, não sou contra a sua implementação, pelo contrario, sou a favor a todas as funcionalidades, contudo, é realmente visível o engano na questão interatividade, pois quem terá condições de comprar um terminal de acesso que custe R$700,004 reais? Em verdade, esta é uma contribuição no sentido de alertar todos a respeito de um novo sistema de TV, que esta nos sendo empurrado a força, enquanto cruzamos os braços a espera da normalização do sistema. Não posso negar a existência de grupos que discutem o tema, porém, em minha opinião falta a divulgação deste material. Repito, não sou contra a melhoria do áudio e vídeo, ou da interatividade prometida, mas, creio que existiam outros problemas não resolvidos em nossos pais. Além do que este projeto de implantação do SBTVD-T terá o tempo de 15 anos, ou seja, em 15 anos todas as televisores do Brasil deverão que estar adaptados ao sistema digital, sendo tempo muito curto para podermos questionar e agir em prol na verdadeira sociedade que sustenta os poderosos, por isso, mãos a obra. Acredito que as implicações não podem parar depois do ponto final deste texto, mesmo por que existem outras formas, outros fatos a se questionar. Creio que não será “um ponto final” e sim um novo “ponto de continuação”.

Notas:

1-ZUFFO, sd, p.1.
2-O Set-top box converte o sinal digital, que será transmitido pelas emissoras, para o formato analógico das tvs atuais.
3-Ira custar entre R$ 100 e R$200 reais.
4-Em média.


Referências:

COMPARATO, Fábio Konder. È Possível Democratizar a Televisão? In. NOVAES, Adauto (org) . Rede Imaginária: Televisão e Democracia. São Paulo:Companhia das Letras. 1991, p.300-308.

SODRÉ, Sodré. A Máquina de Narciso: Televisão, Individuo e Poder no Brasil. São Paulo:Cortez, 1990.

MORAN, José Manuel. Como utilizar a Internet na educação. Ci. Inf., Brasília, v. 26, n. 2, 1997. Disponivel em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010019651997000200006&lng=es&nrm=iso>. Acceso em: 04 Out 2006.

TELECO.Disponivel em:<http://www.teleco.com.br/tvdigital.asp>, Acesso em: 15 Out 2006. 2006.

quinta-feira, novembro 23, 2006

A grande sensação de uma rádio, projetada para a comunidade, é possibilitar para as pessoas o poder que a voz (oratória) tem na transmissão: ações, idéias, mobilizações, e a amostra de uma outra realidade. O interessante é que a idéia de propagação das ondas do radio, o processo de “entrar e sair” das nossas casas sem nos darmos conta de todo poder que estas ondas têm.O fato é: que administra este envio de informações? Tanto no rádio como na tv, não é povo (ouvinte e telespectadores) que editam, decidem o que eles querem assistir ou ouvir. Se bem que o discurso de que: “quem faz a tv ou radio é a cabeça do povo” estamos esquecendo de um detalhe primário, a população (os que dão lucro as patrões do Brasil).

ESTA FOI MINHA IMPRESSÃO A RESPEITO DO SEMINARIO DE RADIO E EDUCAÇÃO.

A grande “sacada” de Moran é nos mostra que nem bem sabemos utilizar todos os recurso da TV e Vídeo e saltamos diretamente sem refletir para os palcos da Internet. Eu seria infeliz no meu comentário se falasse que todos nos somos “ignorantes” a respeito do uso correto e adequado das novas tecnologias (radio, tv, computador, Internet, ect)?

O que quero dizer é que apesar de estarmos rodeados (ou não) de tecnologias contemporâneas, não as utilizamos forma a nos propiciar prazer e facilidades. Não posso desconsiderar o fato de estamos na “sociedade da desinformação”, pois, nem todos têm acesso à verdadeira informação, de forma bastante proposital, mantendo a produção da alta tecnologia, nas mãos de uma elite que auto intitula-se “inteligente” enquanto, excluem-se os “burros” e meros apertadores de botões, cliques no mouse que respondem sempre: AMEM.

Seria esta a promoção de uma rede pela Internet?

Por que o conhecimento não chega ate o povo de forma limpa?

Outro ponto que não posso desconsiderar é o fato de estarmos produzindo conhecimento e não partilhando com a “verdadeira sociedade que nos banca” dentro das universidades publicas. Acredito sim na formação de uma rede prospera que traga resultados. A apesar deste texto estar no formato PRAGMATICO, temos que observar a existência de trabalhos interessantes que utilizam a Internet com mola propulsora, ou melhor, utilizam a inclusão como carro chefe das ações. Minha critica esta em como estes trabalhos estão sendo conduzidos. Aprofundando-me um pouco mais é notório em nossa faculdade não se ter um trabalho efetivo (trabalho que tenha efeito) no Tabuleiro Digital. O que quero dizer é que, não é que na exista trabalho, existe sim, porem falta pessoas para contribuírem na (re)construção de uma bela iniciativa de estar aliando acesso-inclusão-Faced-comunidade.

Acredito que não podemos espera da consciência de cada um e sim temos que dar nossa contribuição para a (re)educação de todos que utilizam da Internet com via de estudo, lazer, trabalho ou educação de forma mais especifica.

ESTA FOI MINHA IMPRESSÃO SOBRE O ULTIMO SEMINARIO.

terça-feira, novembro 14, 2006

TV e Video / Impressos

Como de costume, eu me atrasar em colocar os relatos da aula, no dia correto, muito bem, mão a obra. Eu Gostaria de parabenizar a todos os grupos que até agora se apresentaram. O que eu tenho a dizer sobre a discussão sobre TV e VIDEO é lamentar sobre o fatos de não termos consegui usar de todo o que estudamos sobre o tema para estar disponibilizando em nossa apresentação, contudo, acredito que, na impossibilidade de se estar trabalhando tudo que estudamos. Minha avaliação foi e é positiva para todos os grupos que se apresentaram.
Sobre o conteúdo, realmente, podemos aprender com a televisão, ela é por si só, “auto-educativa”, porem temos que analisar: para quem esta se educando? Ou, que tipo de educação é veiculada? A que classe pertence os donos da TV? São vários questionamentos que podem ser feitos a partir do estudo do tema e suas implicações: sociais; culturais; educacionais; e num patamar de destaque, as implicações políticas. A política ocupa lugar de destaque, pois, agora esta confirmado, que os verdadeiros donos dos emissoras de TV são grande políticos. O que causa em mim muita revolta, pois, a lei proibe que o político seja o diretor do emissora, contudo, nada o impede de ser dono, majoritário e absoluto. Eu tenho muito mais a dizer sobre TV, porem irei deixar para o meu artigo.
Já o ultimo seminário (debate), IMPRESSOS, achei muito interessante abordagem feita por nossas colegas, inclusive a discussão sobre o papel dos impressos, frente as novas tecnologias, onde esta o ponto de interseção entre eles?. Na minha opinião, não ficou bem elucidado este ponto, porem, acredito que pode ser um ponto para reflexão e estudo.

terça-feira, outubro 24, 2006

As minhas aulas.

No sentido de acerta minha situação com os relatos das aulas estou escrevendo este este.

Esta foi a aula do dia 03/10/06 peguei o final da discurssão do texto de Levy A Nova Realação Com o Saber onde foi discutido o Ciberespaço como ambiente de trocas, aprendizado e principalmente o ensino a distancia, o qual, muitos não se abrem para a discurssão do tema. No caminhar da aula aprendi também como usar o Audacity, software livre que faz edição de arquivos de audio. É um dos softwares usados na RadioFaced. Aula ministrada por Moisés Gwannael (o cara da Rádio)

Na aula 10/10/06 ainda ministrada pelo Moisés onde deste vez aprendemos com trabalhar no editor grafico vetorial inkscape, neste software livre, “similar” ao CorelDraw (Software Proprietário). No inkscape pode-se criar e modificar qualquer figura digitalizada.

17/10/06, nesta aula fizemos uma pequisa sobre algumsconceitos relacioonados ao ciberespaço. Eu fique responsavel por pesquisar a diferença entre Hacker e Cracker.

Em fim a aula de hoje. 24/10/06 Discutimos a respeito dos conceitos pesquisados na aula passada e para aprofundamento do estudo destes termos que são utilizados no Ciberespaço.

quinta-feira, outubro 05, 2006

A Aula do dia 19 / 09 / 2006

Primeira parte: A aula

Com a exibição do documentário América pode-se perceber quão importante foi a política imperialista imposta ao mundo e principalmente ao continente americano (SUL , CENTRAL e NORTE). Importante é analisar: o que de bom eles nos ofereceram e nós aceitamos de bom grado?! “O estilo norte-americano de vida” perpassa nossa vidas encravando o consumismo, a mecanização e hegemonização dos nossos cérebros (seria isso novidade?). Eu poderia mais fica linhas e linhas dizendo o quanto foi bom este imperialismo (é mesmo?), mais a sanidade mental me chama e eu não posso ficar discutindo sobre isso (nem que depois alguém me chame para comer um hamburger no MC Donald's o que seria o cumulo do absurdo). Voltando ao meu estado normal de pensamento e ao assunto, o documentário trata de uma serie de assuntos e no final mostra o que realmente tem haver com a disciplina (claro que o conteúdo do documentário é importante para nos) mais no final deste é onde trata das tecnologias, ou melhor, o que os EUA produziu de tecnologia para eles e para o mundo. Aborda um certo “Vale do Silício” que apesar de ser uma localidade pequena, de pequenas empresas consegue rende milhões de dólares. Claro e sem esquecer que foi de la que surge os brilhantes projetos (GNU-LINUX e Microsoft) e guardando as devidas proporções e cuidados. No mais acho que foi só (mais teve muito mais)... e com relação ao hamburger... foi só um lapso de memória.



Segunda parte: O Seminário.



Em 1º lugar gostaria de dizer que fique chateado pelo fato dos meus colegas não terem participado, entendo que tem os que moram longe(eu também moro longe), ou não podiam ficar pelos empecilhos da vida, contudo, acho que pelo menos a equipe de “TV e Midia” poderia ter participado... tudo bem somos seres humanos “grandinhas(os)” o suficiente... A noticia boa é que tudo foi gravado e transmitido pela Radio Faced e esta gravado (é só por um pouco de pressão que Moisés libera esta gravação para a gente... nem tudo esta perdido). Com relação a exposição do André de Castro (palestraste), sobre o Projeto ele explicou como foi desenvolvido o “setup box” (creio que seja assim que se escreve, não tenho certeza) e como será o Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD). Na explicação inicial foi dito por ele que o brasileiro teria mais inter atividade com a Tv, ou melhor com os programas que são transmitido pelas emissoras, só que para interagir com estes programas o brasileiro teria que ter um “setup box” apropriado para esta função. Estes “setup box's” vão desde os que só fazem transformar o sinal da transmissão do analógico para o digital, como o mais moderno que permiti a interatividade com a Tv. Até ai tudo bem se não fosse um detalhe pequeno $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ o preço. Foi calculado que um “setup box” simples custará na faixa de R$ 200,00 (preço insignificante para os brasileiros que sobrevivem com um salário mínimo), sem falar do “setup box” mais avançado que permite a tal inter atividade (na faixa de R$ 700,00). Pergunta-se: existe inclusão, interação? Quem decidiu sobre a implantação deste sistema foram todos os brasileiros????????????????
É melhor eu para por aqui antes que eu escreva um artigo...

terça-feira, setembro 12, 2006

A aula de Hoje...

Aprendi hoje sobre o quanto é complexo se definir a "inclução ou exclusão digital". A Pró nos ensinou e compreendemos o aspecto primero da inclusão, sendo este pela via social. Exitem muito excluidos que acham que estam incluidos e existe a relação inversa desta idea... Antes da criação do espaço cibernetico existi(u) a exclusão social. Tida como a possibilidade de inserção no mundo do trabalho muitos jovens acabam se aglomerando nos curso de informatica, seja público ou privado, adquirindo conhecimento tecnico para assumir uma função que dependa da utilização da informatica. Pois é, seria essa a idea de inclusão digital? Creio que não. É muito maior que isso. E se nós tivermos a vontade de estimular estes jovens a procurar seus direitos, cobrar do governo políticas de acesso? E se agente puder estimular o povo a compreender seus direitos via internet? Se nos temos o conhecimento de que a propria INTERNET é outro mundo, produtor e reprodutor do sistema social? Crieio que estas questões tenham resposta e que felizmente não sera uma ou duas pesssoas que tentaram responder, mas o conjunto de pessoas que pensam num mundo mais junto onde a informação verdadeira chege para todos.

POR HOJE É SÓ!!!!!

A aula de Hoje...

Aprendi hoje sobre o quanto é complexo se definir a "inclução ou exclusão digital". A Pró nos ensinou e compreendemos o aspecto primero da inclusão, sendo este pela via social. Exitem muito excluidos que acham que estam incluidos e existe a relação inversa desta idea... Antes da criação do espaço cibernetico existi(u) a exclusão social. Tida como a possibilidade de inserção no mundo do trabalho muitos jovens acabam se aglomerando nos curso de informatica, seja público ou privado, adquirindo conhecimento tecnico para assumir uma função que dependa da utilização da informatica. Pois é, seria essa a idea de inclusão digital? Creio que não. É muito maior que isso. E se nós tivermos a vontade de estimular estes jovens a procurar seus direitos, cobrar do governo políticas de acesso? E se agente puder estimular o povo a compreender seus direitos via internet? Se nos temos o conhecimento de que a propria INTERNET é outro mundo, produtor e reprodutor do sistema social? Crieio que estas questões tenham resposta e que felizmente não sera uma ou duas pesssoas que tentaram responder, mas o conjunto de pessoas que pensam num mundo mais junto onde a informação verdadeira chege para todos.

POR HOJE É SÓ!!!!!

domingo, setembro 10, 2006

Depois de um tempão lendo os e-mail's posso emitir opinião sobre os assuntos tratados na discussão atual desta lista. É como se fosse um resumão(rsrsr)


A QUESTÃO GOOGLE x ORKUT:


Pois bem, apesar de meus sérios problemas com o Orkut, acredito que esse é um poderoso meio de encontros, relacionamentos. Na minha opinião, por min acabava por causa do seu feito alienante (ESTA É MINHA OPINIÃO) não posso negar a grande utilidade deste instrumento. Eu só quero lembrar a todos (entrando na questão) que não é pelo advento da informática que as grandes mazelas (RACISMO, PEDOFILA, PROSTITUIÇÃO) apareceram no planeta. Ou seja, estas “mazelas” já ocorriam antes da criação do espaço cibernético, elas só foram ampliadas, divulgadas com mais facilidade pelo radio, pela TV e pela internet. Em algumas postagem pude perceber que minhas colegas diziam sobre o correto uso desta ferramenta, ou melhor, educar as pessoas para que estas fiquem alertas para o que é noticiado ou sobre toda e qualquer informação colhida na internet (mais especificamente o Orkut). Acredito que as “mazelas” que cite acima vão continuar mesmo que o Orkut acabe, acredito que as “mazelas” só serão extintas quando houver uma educação que combata estas praticas.


AULA SOBRE INCLUSÃO DIGITAL (INTRISICAMENTE, SOFTWARE LIVRE):


Será que eu conseguiria resumir em uma única frase? Tipo: foi legal, ou foi muito significativo o aprendizado??? Realmente valeu a pena, mas infelizmente não da para resumi este tema complexo em uma simples frase. Mesmo porque o interessante observar que a inclusão primeiro deve se dar na área social. Assistimos um vídeo a respeito do assunto onde abordou o tema num tom político-público que enfocou o aspecto social. Uma peculiaridade é o fato de que a maioria dos excluídos digitais são das classes baixas (desfavorecidos) da sociedade. Alguns atores escrevem que a inclusão começa pela “inclusão sócio-cultural e depois a inclusão digital. Creio que não é só colocar uma pessoa na frente de um PC e lhe dar um “título” de incluído(a) digital. Vejo a questão como: mostrar a essa pessoa que existe (ou não existe) uma Lei que lhe garanta o direito ao acesso ao mundo digital. Se caso não exista como esta pessoa pode recorrer para conseguir este direito. Trabalhar a questão do que é ser realmente incluído tanto no social quanto no mundo digital. Ou seja, pela inclusão no meio digital possa formar um novo cidadão pro-ativo da sociedade. Este é que esta uns dos elos que interligam as novas tecnologias e a educação.




OBRIGADO PELA ATENÇÃO

terça-feira, setembro 05, 2006


Você já viu essa FIGURA!!! http://www.pilula.com.br/figura/primeira.htm

Minha experiência na aula de terça-feira passada foi muito interessante, pois me fez lembrar de um tempo que eu ficava “fuçando” os codigos fontes (de HMTL) das paginas da Web para saber se tinha algum virus imbutido no meio deste meio desses codigos. Pra quem estava passando pela experiência de fazer um blog e ainda editar o codigo fonte pela primera vez, concerteza foi muito complicado pra estes o que não deixou de ser devertido e muito legal poder me lembrar, aprender e ensinar um pouco do que eu sei. Ou seja, fiquei um “tempão” em pé, (a coluna reclamou) mais foi muito legal. Particularmente não gosto muito desta “história de blog”, pois não tenho tempo para fica editando e no tempo em que estou na “edição” do blog, eu posso estar procurando coisas muitos mais importantes... OPA!!! não que seja perda de tempo montar e editar um blog, mas eu tenho um serio problema em expor minha vida para outros, ainda mais na Internet, este serio problema se estende até o Orkut. Entretanto, não vai ser por esse meu entreve que não vou editar meu blog www.homemdapedagogia.blogspot.com .

Com relação ao festival que ocorreu na UNIME, só pude ir no sábado, e confeso que fique em dudiva se eu mudava de curso (rrsrsrsrs), é bricadeira, apesar de ser um encontro que se discutiu muito sobre Software Livre, pauto-se também a discurssão politico-ideológica (a palestra de SERGINHO foi massa!!!). Ou seja, foi um Festival de todos os cursos: Pedagogia (é claro), Ciências da Computação e outros. O discurso não foi só tecnico (acho que minha colegas vão me matar!!), até onde eu acompanhei se discutiu a liberdade que todo ser vivo possui. Esta liberdade calcada pela ética e moral. A liberdade de escolha que muitos não tem e ficam “bitolados” em e/ou para apertar botões, a liberdade de comunicação e por ai vai... (Realmente a palestra do cara foi muito boa é uma pena que o ficaram poucos estudante da UFBA mesmo assim valeu a pena!!!)

Para terminar:

Só estou fazendo essa agora, porque, estou no processo de libertação (já botei a chuteira pra dar o chute no cd do Windows ) e passaei esta ultima semana “enchendo o saco” da Moíses para ele mew ensianar como instala o GNU-Linux, mas por muitos imprevistos, não tive a oportunide, e teimoso que sou, comprei os Cd's (LEMBREM-SE, NÃO É POR SER SOFTWARE LIVRE QUE AQUISÃO DO SOFTWARE TENHA QUE SER DE GRAÇA, 0800, BOCA-LIVRE...) e na “tora” instalei: 1,2,3,4,5,.. acho que ja estou na trigesima primeira instalação, ou seja, passei a semana quase inteira estudando GNU-Linux (Debian). Os problemas eram: a resolução do monitor (que ja resolvi na madrugada de domingo para segunda); e outro problema é que não estou consegui conectar a internet pelo Gnu-Linux, ou seja, tive que instalar o “lixo” outra vez no meu pobre, e sofredor HD. Conclusão: vou voltar a pertubar Moíses para ver se ele me apresenta a alguem que entenda do assuntoe possa me ajudar, ja que ele anda muito ocupado.

Por isso desde já peço a colaboraçãode todos para que eu possa comprar outro HD, eu podia esta roubando, matando, vendo droga... mas não tô aqui pedido (rsrssr).

O caso é sério!!!

terça-feira, agosto 29, 2006

OLA (pra min mesmo) e para os outros é so um teste esta primeira publicação.
Pra quem gosta de cultura (e um pouco de maluquice (rsrsr):

Metrô Linha 743

Raul Seixas

Composição: Raul Seixas

Ele ia andando pela rua meio apressado
Ele sabia que tava sendo vigiado
Cheguei para ele e disse: Ei amigo, você pode me ceder um cigarro?
Ele disse: Eu dou, mas vá fumar lá pro outro lado
Dois homens fumando juntos pode ser muito arriscado!
Disse: O prato mais caro do melhor banquete é
O que se come cabeça de gente
Que pensa e os canibais de cabeça descobrem aqueles que pensam
Porque quem pensa, pensa melhor parado.
Desculpe minha pressa, fingindo atrazado
Trabalho em cartório mas sou escritor,
Perdi minha pena nem sei qual foi o mês
Metrô linha 743

O homem apressado me deixou e saiu voando
Aí eu me encostei num poste e fiquei fumando
Três outros chegaram com pistolas na mão,
Um gritou: Mão na cabeça malandro, se não quiser levar chumbo quente nos cornos
Eu disse: Claro, pois não, mas o que é que eu fiz?
Se é documento eu tenho aqui...
Outro disse: Não interessa, pouco importa, fique aí
Eu quero é saber o que você estava pensando
Eu avalio o preço me baseando no nível mental
Que você anda por aí usando
E aí eu lhe digo o preço que sua cabeça agora está custando
Minha cabeça caída, solta no chão
Eu vi meu corpo sem ela pela primeira e última vez
Metrô linha 743

Jogaram minha cabeça oca no lixo da cozinha
E eu era agora um cérebro, um cérebro vivo à vinagrete
Meu cérebro logo pensou: que seja, mas nunca fui tiéte
Fui posto à mesa com mais dois
E eram três pratos raros, e foi o maitre que pôs
Senti horror ao ser comido com desejo por um senhor alinhado
Meu último pedaço, antes de ser engolido ainda pensou grilado:
Quem será este desgraçado dono desta zorra toda?
Já tá tudo armado, o jogo dos caçadores canibais
Mas o negócio aqui tá muito bandeira
Dá bandeira demais meu Deus
Cuidado brother, cuidado sábio senhor
É um conselho sério pra vocês
Eu morri e nem sei mesmo qual foi aquele mês
Ah! Metrô linha 743