sexta-feira, junho 06, 2008
sexta-feira, abril 04, 2008
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
EM FIM UMA NOVA POSTAGEM (direto do Campus Party Brasil)
Posso dizer sem medo: ainda esta sendo uma esperiência unica. Disponibilizo uma e-mail que esta rolando na lista de discussão da qual faço parte. Que trata de algumas regras (descabidas) no Evento:
Bruno S Gonsalves
Fiquei com um pouco de medo. Estava indo em direção ao banheiro quando derepente um jovem gritava na bancada de games (com um cartaz na mão): bo jogar uma partida de CS aê!!!! (no cartaz tinha a mesma solicitação). Me recodo que ao ler o "Manual do Campus Party" C.S, que na verdade é Counter-Strike , estava garantido. Pois no Brasil este game foi proibido. Depois de me lembrar disto pensei em todas as regras inuteis, todas as coisas que realmente preucupa, em tudo (e mais um pouco) (inclusive das proibições aki do Campus). E fiquei com medo. Pois do jeito q as coisas vão pensei q a policia (muito presente no local + muitos seguranças) iram aparecer e reprimir a jogatina. Ufa!!! que bom que não aconteceu.
Me recordo de outras discussões sobre jogos violentos e suas influências, me recordo também que estas decissões estam sendo tomadas sem (ou com pouca consulta) de educadores.
Mesmo assim se me interrogarem eu vou dizer que eu não sei de nada, de nada mesmo. Eu juro.
Fui!!!!
Doriedson Almeida
É! de fato, a galera se fartou na pipoca no primiro dia, eu inclusive. Creio que foi uma estratégia de marketing interessante da CCE
O povo da yahoo notícias nao prestou atenção ou esqueceu de falar que os micro-ondas eram da CCE e no andar de baixo a sua divisao de notebooks mostravam as maquininhas branquinhas. .. parecia ateh mac...
Quanto as regras, concordo com o professor Edvaldo, isso aqui tah parecendo o Sacre Coer de Marry (é assim mesmo que se escreve...) e tá difícil rolar uma contravençãozinha. ... tem que ser muito criativo.... é cueca, geek e segurana pra tudo enquanto é lado.... Mas amanhã pelo menos um shopinho e dois pastel eu descolo... eheh...
abs
Dori
Em 14/02/08, rejanematos@ yahoo.com. br Matos <rejanematos571@ yahoo.com. br> escreveu:
A Campus Party cheira à pipoca
(Yahoo! Notícias) Ter, 12 Fev - 16h43
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terça-feira, dezembro 05, 2006
Universidade Federal da Bahia
Faculdade de Educação
Imagem, Televisão, e o Poder Decisório: implicações.
Por Bruno Santos Gonsalves
Estudante do Curso de Pedagogia da
Apesar de ser curioso, muitas pessoas não se questionam a respeito do que realmente gostariam de assistir na TV. Seria uma falácia dizer que a Televisão se mostra cada vez mais democrática, em todos os sentidos e aspectos? Apesar da opinião pública se mostrar negativa a respeito da programação, e ser quase um consenso sobre a baixa qualidade da programação, constitui-se um comportamento “normal” continuar aceitando tal programação e justifica-lo através de uma imagem de “ser normal”. Indo pouco além, pode-se ver o grau de insatisfação do telespectador, que está num aparente silêncio - mudo perante a grandiosidade televisiva. E de repente, no meio de um programa preferido, chega outro telespectador e lhe pergunta algo tirando sua atenção magnificada e paralisada diante do vislumbre da programação! Imagine a reação?
Pois bem, é sobre este poder que a TV tem de nos calar que irei dissertar. Como a TV sozinha consegue levar o telespectador ao outro mundo? Como este meio de comunicação consegue nos controlar, nos cegar, desviar nossa atenção para o supérfluo? A proposta central deste texto é justamente discutir os níveis de decisão em que a população brasileira não esta envolvida. Nível de decisão, este, que muda o sistema de teledifusão sem a consulta do povo brasileiro. Este texto aborda também sobre a proposta de uma nova programação para os telespectadores. É a promessa da interatividade na TV Brasileira com a implantação do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T).
Vários estudos comprovam a existência da influência das imagens em nosso cotidiano. Até Freud (1963) estuda o pensamento visual (SODRÉ, 1990 apud FREUD, 1963) onde ele explica que este tipo de pensamento é mais antigo que o pensamento verbal. Com o passar do tempo, estudiosos pesquisaram a respeito da importância do sentido visual no ocidente, como por exemplo, McLuhan (SODRÉ, 1990 apud MCLUHAN, 1963). O fato marcante da história é que, apesar do advento da imprensa, nós seres humanos utilizamos a visão para poder absorver as mensagens que estão nos impressos. Outro ponto, ainda a respeito do pensamento visual, é que primeiro houve a criação da escrita, depois o homem consegue se comunicar a longas distâncias através das ondas sonoras. Surge a televisão, deu-se o nascimento do computador e posteriormente a Internet. Exceto no uso do rádio, nós utilizamos a visão como canal receptor de informações. A partir do desenvolvimento do sistema capitalista, foi criada a padronização das coisas. É a padronização moral, intelectual e sentimental que estão no centro das ações. A partir disto surge à ordem da televisão e com isto reformula-se o antigo modelo clássico de sociedade. Segundo Sodré (1990) este sistema tem inicio muito antes de se estabelecer à técnica eletrônica definida como televisão: sua base psicossocial se estabelece com o fortalecimento do domino visual e dos processos mecânicos de reprodução, paralelo às novas formas de urbanização. (SODRÉ, p.25). Ainda segundo o autor citado, a TV acabou incorporando técnicas de reprodução que foram desenvolvidas pela modernidade e que influenciam a organização da vida social. Uma outra função que a “tela” apresenta é a facilidade de inculcar, nos telespectadores, as opiniões, preconceitos, convicções que formatam a mentalidade popular e por fim é transformada em costumes permanentes, costumes estes que influenciam o funcionamento das instituições políticas. (COMPARATO, 1991, P.303). Por tanto se faz necessário refletir sobre o verdadeiro papel da TV em nossas vidas. Na verdade “são necessárias reflexões” no que diz respeito a tomada de decisões, pois como é visível na obra A maquina de Narciso (1990) de Muniz Sodré, a sociedade urbana - outrora clássica, em decadência e agora moderna - o poder de decidir fica a cargo de tecnocratas, empresários e das burocracias partidárias, enquanto isso cabe as classes sociais básicas, resultantes da articulação capital/trabalho (SODRÉ, p. 129) o “poder” de acatar o que já foi decidido. As estratégias de persuasão utilizadas pelas imagens limpas e sutis da tela, deixa-nos quietos. O fato de a tevê nos dominar, ou melhor, de decidir o que vamos, comer, beber, assistir e ouvir, deixa-nos estáticos perante a tela. Enquanto ela enculca, ficamos apenas a dizer “amém”. Enquanto ela nos programa com as “programações diárias”, sentamos e esperamos calados. Enquanto o poder burguês decide que tipo de TV eles querem, muitos morrem de fome esperando ajuda.
Dado a explicação sobre o poder que as imagens da tela tem em nos paralisar, enfim trago a discussão sobre o Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T). Moran (1997) nos explica:
Estamos em uma etapa de transição quantitativa e qualitativa das mídias eletrônicas. Estamos passando de uma fase de carência de canais para uma outra de superabundância. Na TV a cabo e por Satélite, podemos aumentar o número de canais pela compressão digital até várias centenas. Mesmo a televisão aberta (VHF) vai poder proximadamente, com a TV Digital, multiplicar por cinco o número de canais ofertados. (MORAN,1997).
O autor explica neste fragmento um dos princípios básicos da TV Digital. E não para por aqui, ainda tem muito mais. É necessário definir um pouco mais sobre o que é este novo sistema de TV brasileira. Em primeiro lugar, o nosso sistema atual de transmissão de imagem e som é analógico, com a implantação do novo sistema a transmissão de imagem e som passará a ser digital. Além de permitir que uma única emissora de TV possua quatro, ou mais canais, com a mesma faixa de freqüência (6 Mhz), este sistema permite a melhor qualidade de áudio e vídeo. O Governo encampa as idéias: de inclusão digital; multiserviços, (TV/INTERNET); governo eletrônico; teleducação; telemedicina; telecomércio1; e ponto que eu vou “implicar” a interatividade do telespectador com o “programação diária”.
De uma forma resumida o advento da TV Digital se dará da seguinte maneira: a) a produção da programação de TV brasileira já em feita no método digital, porém, a transmissão e recepção da Televisão nos lares brasileiros é analógico; b) já com a TV Digital tanto produção, como emissão e recepção será digital, mas, só será possível receber essa transmissão digital se neste lar estiver instalado um Set Top Box2. Este aparelho SE estive equipado como o middleware possibilitará sim, a interatividade. E por que “se”? Existem os tipos de Terminal de acesso, tanto o simples que somente só faz a captura do sinal digital3 ate o mais avançado e possui as funcionalidades dos outros com a adição do middleware. Este último terminal de acesso (Set Top Box) será o mais caro, por possuir todas as funções. Será através dele que a população irá ter acesso aos grandes serviços oferecidos? Questiona-se: onde estar a “interatividade” neste momento? Por que a população até terá acesso a essa tecnologia, porém limitada apenas a receber a “programação diária”, com mais qualidade de áudio e vídeo. E se pensarmos que será o mesmo que aconteceu com o aparelho de DVD? Por que “quase” todo mundo tem um aparelho de DVD. Só que mais uma vez esquecemos de refletir sobre quem decidiu que deviamos mudar. No mesmo caso a TV Digital. Quem decidiu? Segundo o site da TELECO:
Para definir o Sistema Brasileiro de TV Digital, conforme Decreto nº 4901 de 26/11/03 o Governo Brasileiro Instituiu os seguintes comitês: Comitê de Desenvolvimento, com a participação de representantes dos vários ministérios e da Anatel; Comitê Consultivo, com a participação de entidades representativas; Grupo Gestor, com o apoio técnico administrativo da Finep e do CPqD. (TELECO, 2005).
E o povo, fica onde nesta história? Seria o povo representado por “entidades representativas”, ou pelo “Governo”. Tenho uma duvida com relação a “tal democracia” difundida neste pais. Seria isto um ato democrático? Enquanto uma boa parte da população brasileira morre da fome, não tem teto, saúde, outros decidem. O grupo que “abaixa a cabeça” continua na sua mesma rotina: abaixar a cabeça, sem questionar. Seria simplesmente a mudança de estratégia? Ou melhor, seria a “reformulação” do antigo modelo de sociedade baseado na mecanização e padronização das formas e modos de viver e pensar? Cabe a todos o momento de reflexão, mas, não só reflexão e também a ação.
Enfim, enfim, a conclusão:
Acredito que modelo político de um pais que se diz democrático advém da consulta e a participação do povo sobre algo que atinge diretamente a população. Apesar do meu discurso aparentar ser “anti-televisão”, também sou telespectador e tenho que admitir que apesar de exitir a manipulação da mente do povo através da TV, esta serve para educar o povo, dar acesso a informações sobre a sociedade e outras coisas mais. Meu questionamento está em como a telinha pode nós manipular ao ponto de ficarmos “bobos”, estáticos. Já com relação a TV Digital, não sou contra a sua implementação, pelo contrario, sou a favor a todas as funcionalidades, contudo, é realmente visível o engano na questão interatividade, pois quem terá condições de comprar um terminal de acesso que custe R$700,004 reais? Em verdade, esta é uma contribuição no sentido de alertar todos a respeito de um novo sistema de TV, que esta nos sendo empurrado a força, enquanto cruzamos os braços a espera da normalização do sistema. Não posso negar a existência de grupos que discutem o tema, porém, em minha opinião falta a divulgação deste material. Repito, não sou contra a melhoria do áudio e vídeo, ou da interatividade prometida, mas, creio que existiam outros problemas não resolvidos em nossos pais. Além do que este projeto de implantação do SBTVD-T terá o tempo de 15 anos, ou seja, em 15 anos todas as televisores do Brasil deverão que estar adaptados ao sistema digital, sendo tempo muito curto para podermos questionar e agir em prol na verdadeira sociedade que sustenta os poderosos, por isso, mãos a obra. Acredito que as implicações não podem parar depois do ponto final deste texto, mesmo por que existem outras formas, outros fatos a se questionar. Creio que não será “um ponto final” e sim um novo “ponto de continuação”.
Notas:
1-ZUFFO, sd, p.1.
4-Em média.
Referências:
COMPARATO, Fábio Konder. È Possível Democratizar a Televisão? In. NOVAES, Adauto (org) . Rede Imaginária: Televisão e Democracia. São Paulo:Companhia das Letras. 1991, p.300-308.
SODRÉ, Sodré. A Máquina de Narciso: Televisão, Individuo e Poder no Brasil. São Paulo:Cortez, 1990.
MORAN, José Manuel. Como utilizar a Internet na educação. Ci. Inf., Brasília, v. 26, n. 2, 1997. Disponivel em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010019651997000200006&lng=es&nrm=iso>. Acceso em: 04 Out 2006.
TELECO.Disponivel em:<http://www.teleco.com.br/tvdigital.asp>, Acesso em: 15 Out 2006. 2006.
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quinta-feira, novembro 23, 2006
A grande sensação de uma rádio, projetada para a comunidade, é possibilitar para as pessoas o poder que a voz (oratória) tem na transmissão: ações, idéias, mobilizações, e a amostra de uma outra realidade. O interessante é que a idéia de propagação das ondas do radio, o processo de “entrar e sair” das nossas casas sem nos darmos conta de todo poder que estas ondas têm.O fato é: que administra este envio de informações? Tanto no rádio como na tv, não é povo (ouvinte e telespectadores) que editam, decidem o que eles querem assistir ou ouvir. Se bem que o discurso de que: “quem faz a tv ou radio é a cabeça do povo” estamos esquecendo de um detalhe primário, a população (os que dão lucro as patrões do Brasil).
ESTA FOI MINHA IMPRESSÃO A RESPEITO DO SEMINARIO DE RADIO E EDUCAÇÃO.
A grande “sacada” de Moran é nos mostra que nem bem sabemos utilizar todos os recurso da TV e Vídeo e saltamos diretamente sem refletir para os palcos da Internet. Eu seria infeliz no meu comentário se falasse que todos nos somos “ignorantes” a respeito do uso correto e adequado das novas tecnologias (radio, tv, computador, Internet, ect)?
O que quero dizer é que apesar de estarmos rodeados (ou não) de tecnologias contemporâneas, não as utilizamos forma a nos propiciar prazer e facilidades. Não posso desconsiderar o fato de estamos na “sociedade da desinformação”, pois, nem todos têm acesso à verdadeira informação, de forma bastante proposital, mantendo a produção da alta tecnologia, nas mãos de uma elite que auto intitula-se “inteligente” enquanto, excluem-se os “burros” e meros apertadores de botões, cliques no mouse que respondem sempre: AMEM.
Seria esta a promoção de uma rede pela Internet?
Por que o conhecimento não chega ate o povo de forma limpa?
Outro ponto que não posso desconsiderar é o fato de estarmos produzindo conhecimento e não partilhando com a “verdadeira sociedade que nos banca” dentro das universidades publicas. Acredito sim na formação de uma rede prospera que traga resultados. A apesar deste texto estar no formato PRAGMATICO, temos que observar a existência de trabalhos interessantes que utilizam a Internet com mola propulsora, ou melhor, utilizam a inclusão como carro chefe das ações. Minha critica esta em como estes trabalhos estão sendo conduzidos. Aprofundando-me um pouco mais é notório em nossa faculdade não se ter um trabalho efetivo (trabalho que tenha efeito) no Tabuleiro Digital. O que quero dizer é que, não é que na exista trabalho, existe sim, porem falta pessoas para contribuírem na (re)construção de uma bela iniciativa de estar aliando acesso-inclusão-Faced-comunidade.
Acredito que não podemos espera da consciência de cada um e sim temos que dar nossa contribuição para a (re)educação de todos que utilizam da Internet com via de estudo, lazer, trabalho ou educação de forma mais especifica.
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4:42 PM
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terça-feira, novembro 14, 2006
TV e Video / Impressos
Sobre o conteúdo, realmente, podemos aprender com a televisão, ela é por si só, “auto-educativa”, porem temos que analisar: para quem esta se educando? Ou, que tipo de educação é veiculada? A que classe pertence os donos da TV? São vários questionamentos que podem ser feitos a partir do estudo do tema e suas implicações: sociais; culturais; educacionais; e num patamar de destaque, as implicações políticas. A política ocupa lugar de destaque, pois, agora esta confirmado, que os verdadeiros donos dos emissoras de TV são grande políticos. O que causa em mim muita revolta, pois, a lei proibe que o político seja o diretor do emissora, contudo, nada o impede de ser dono, majoritário e absoluto. Eu tenho muito mais a dizer sobre TV, porem irei deixar para o meu artigo.
Já o ultimo seminário (debate), IMPRESSOS, achei muito interessante abordagem feita por nossas colegas, inclusive a discussão sobre o papel dos impressos, frente as novas tecnologias, onde esta o ponto de interseção entre eles?. Na minha opinião, não ficou bem elucidado este ponto, porem, acredito que pode ser um ponto para reflexão e estudo.
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terça-feira, outubro 24, 2006
As minhas aulas.
No sentido de acerta minha situação com os relatos das aulas estou escrevendo este este.
Esta foi a aula do dia 03/10/06 peguei o final da discurssão do texto de Levy A Nova Realação Com o Saber onde foi discutido o Ciberespaço como ambiente de trocas, aprendizado e principalmente o ensino a distancia, o qual, muitos não se abrem para a discurssão do tema. No caminhar da aula aprendi também como usar o Audacity, software livre que faz edição de arquivos de audio. É um dos softwares usados na RadioFaced. Aula ministrada por Moisés Gwannael (o cara da Rádio)
Na aula 10/10/06 ainda ministrada pelo Moisés onde deste vez aprendemos com trabalhar no editor grafico vetorial inkscape, neste software livre, “similar” ao CorelDraw (Software Proprietário). No inkscape pode-se criar e modificar qualquer figura digitalizada.
17/10/06, nesta aula fizemos uma pequisa sobre algumsconceitos relacioonados ao ciberespaço. Eu fique responsavel por pesquisar a diferença entre Hacker e Cracker.
Em fim a aula de hoje. 24/10/06 Discutimos a respeito dos conceitos pesquisados na aula passada e para aprofundamento do estudo destes termos que são utilizados no Ciberespaço.
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4:14 PM
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